Zona da Foz Velha reforça identidade histórica e projeta-se para o futuro

O Salão Nobre da União de Freguesias de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde esteve lotado esta quarta-feira (15) para a sessão pública de esclarecimentos sobre a Operação de Reabilitação Urbana (ORU) prevista para a Foz Velha.

A vice-presidente da Câmara apresentou o documento, que prevê um investimento de 189,2 milhões de euros – entre público, privado e em parceria –, dividido em oito grandes domínios de intervenção e 42 ações concretas.

Acompanhada pela presidente da União de Freguesias, Cláudia Bravo, e de dirigentes municipais de planeamento e ordenamento do território, Catarina Araújo salientou que “a ORU da Foz Velha assenta num programa de investimento público, que mobiliza e incentiva o investimento privado”.

“O objetivo é requalificar e revitalizar edifícios, espaços públicos, infraestruturas, espaços verdes e equipamentos coletivos”, acrescentou.

O Município pretende, nas próximas décadas, “transformar o território num espaço urbano qualificado, coeso e sustentável, ancorado na salvaguarda do património, mobilidade sustentável, valorização ambiental e desenvolvimento harmonioso”, garantiu a também vereadora do Urbanismo e Espaço Público e do Ambiente e Sustentabilidade.

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Para que “o futuro aconteça”, de acordo com Catarina Araújo, “a ORU da Foz Velha não é apenas um plano de obras. É um programa integrado de reabilitação urbana, que articula património, habitação, ambiente, mobilidade, coesão social, economia local, participação cidadã”.

“Com este documento pretendemos reforçar a identidade histórica da Foz Velha, melhorar a qualidade de vida dos residentes, tornar o território mais sustentável e resiliente e mobilizar investimento privado, através de um programa público estruturante”, concluiu.

A intervenção naquela área prevê um investimento de 189,2 milhões de euros – entre público, privado e em parceria –, dividido em oito grandes domínios de intervenção e 42 ações concretas. As medidas incidem no edificado, com destaque para a melhoria das condições de salubridade, habitabilidade e morfologia das ilhas existentes.

A ORU encontra-se, atualmente, em discussão pública, até dia 30 de abril. Depois da integração de contributos será votado em reunião de Executivo e de Assembleia Municipal.

Fonte: www.porto.pt

Crédito das imagens: Diogo Baptista