O Turismo de Portugal promove no dia 27 de abril, às 14h30, em Évora, na sede da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, uma sessão de assinatura de novos contratos de financiamento, no âmbito do Programa Crescer com o Turismo, que será presidida pelo ministro da Economia e Coesão Territorial, Castro Almeida.
Os apoios a conceder nesta sessão em Évora, que contará com presenças do secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Pedro Machado, e do presidente do Turismo de Portugal, Carlos Abade, visam contribuir para a valorização do património cultural e natural, para a qualificação da oferta turística, para a regeneração de espaços patrimoniais e para a criação de novas experiências turísticas sustentáveis, reforçando a atratividade dos territórios e o desenvolvimento das economias locais, com enfoque em regiões de baixa densidade.
O Programa “Crescer com o Turismo”, dotado de 30 milhões de euros, é uma iniciativa estratégica que visa fomentar o desenvolvimento sustentável dos territórios de reforçar competitividade do turismo nacional, através do apoio a projetos que apostem na qualificação, inovação e sustentabilidade ambiental e social.
O prazo de submissão de candidaturas, em contínuo, encontra-se aberto até 31 de dezembro 2026 ou quando esgotar a respetiva dotação, consoante a situação que se verificar primeiro.
No entanto, o Governo abriu caminho à prorrogação de prazos para início e conclusão dos projetos no âmbito deste programa, após constrangimentos no arranque e conclusão das iniciativas, “desde que por motivos devidamente justificados e aceites pelo Turismo de Portugal”, lê-se na portaria n.º 159/2026/1, publicada no Diário da República.
A decisão é justificada no documento pelo facto de, nos projetos aprovados pelo Turismo de Portugal no âmbito das diversas linhas de apoio do programa “Transformar Turismo” – revogado em 2023 pelo despacho que aprovou a Linha + Interior Turismo, a qual viria também a ser revogada, em 2025, pela portaria que criou o programa “Crescer com o Turismo” – se terem registado “constrangimentos que impossibilitaram o início ou a conclusão dos projetos nos prazos inicialmente previstos”.
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